E se olharmos para a noite e dela não sair brilho
e das flores não saem cheiro
se as mãos não compõem nota
o silêncio dá lembrança
e o suspiro se vai nos ventos
que balançam as saias.
Que se calam as alfaias
e tudo vira vento
vento negro
negra insensatez
que cacheiam os versos
Nós de tricô se confundem com anéis
de opala e se racham com trovões e espadas.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
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