Meus olhos sangram preces
Como a pérola ilumina o asfalto
Meus dentes se travam
Num sorriso peralto
Meus braços abrem um
Azul em contínuo
Minhas pernas curtas
Fazem pontes entre os muros
Sobre os muros, além deles
Meus pés
Ah, eles assinam
Pegadas quase sagradas
Marcando momentos
Bons ou ruins
Não importa. São.
Eu vou
No contínuo
No absurdo
Na alma da verdade
Na sombra de um sonho
Eu vou
Com ypslon
E dois tês
Eu tenho-me
Eu existo
sábado, 23 de janeiro de 2010
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