Dei-me um espaço
- Um abismo
Para retirar o mar inteiro
- Com meus dedos
E preencher-me
- É minha única saída
Desta vida maldita e suas artes
- Meus cárceres
E preenchem-me
Um pássaro vermelho me circunda
- É o sangue
Que palpita, que pulsa que
De mim emerge
- E me enjoa
E me preenche.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
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Yvette - Prima ou quase prima (gente nova não pode ser prima de gente velha)
ResponderExcluirBonitos versos os seus! Bonita você também! Versão aperfeiçoada as altinos, suas tias. Bonitas, simpáticas e falantes. Todas prendadas!
Sua poesia merece confetes e com toda certeza há de crescer e florescer. Espero o livro!
Geraldo Pereira