quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Noite, silêncio
ouço bater as horas
Ela terá de volta essa hora morta
Bate meu coração em Descompasso,
numa ânsia de saber, numa agonia.
Ergo-me a ver.
Meus passos têm
na casa vazia
nessa hora morta uma sonoridade
Abro a janela, espreito
Ninguém.
Deserta a rua
que assim continua
Arfa-me o peito
E fico a olhar
A rua tonta esmo!
Sossega coração, foste tu mesmo
que bateste de amor
E de paixão!

2 comentários:

  1. Música muito cantada pelos Altinos, pelos corredores de nossas casas. Principalmente por tia Dedé, irmã de meu avô Evaldo Altino.
    Reminiscências….

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