sexta-feira, 16 de julho de 2010

psiu!

Fria?
Não, este realmente não é o meu apelido
Espia
Abre tuas pestanas
Observa melhor este castigo
Que talvez seja tua guia

Agora?
Eu sou apenas minha
Minha dona
Sou a minha
Engana
Cuidado
A aparência não é resposta
É exatamente a incógnita
Trataremos nesta obra

Tragédia?
Um bombardeio em minha mente
Ataca constantemente meus pés
O destino avisou que se encarrega

Minha aparência
Tua aparência
Nossa aparência
Que improcedência
Estrelas ensaiadas no céu.
E sob meus pés.

Silêncio!
Para quê pensar?
Se só se quer sentir?
O destino me aguarda
Farei dele o meu convento
Não por acaso estendi-me em flor

Cura?
Preciso dela em toda lua
Sou ela a cada nascente
Posso até deixar de necessitar da cura
Mas não esquecerei de respirar.

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